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ORIENTALISMO E CRÍTICA SOCIAL EM OBRAS DE ARTUR AZEVEDO E EÇA DE QUEIRÓS
- Source :
- Diacrítica, Vol 31, Iss 3 (2019)
- Publication Year :
- 2019
- Publisher :
- Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, 2019.
-
Abstract
- A China esteve no centro das atenções do Ocidente durante o Oitocentos. Talvez, por isso, na literatura ocidental oitocentista, a imagem do ‘mandarim’, representação, por vezes estereotipada, do chinês que detinha prestígio político, econômico ou cultural em seu país de origem é constante. Em Portugal, por exemplo, foi publicada no Diário de Portugal, em 1880, a novela O Mandarim de Eça de Queirós. Já no Brasil, foi encenada no Rio de Janeiro, quatro anos mais tarde, a peça igualmente intitulada O Mandarim, escrita por Artur Azevedo e Moreira Sampaio. A similaridade de títulos e a proximidade de datas de publicação propiciam uma série de questões: em que sentidos esses dois O Mandarim se aproximam ou se distanciam? Poderia ser a novela de Eça uma espécie de inspiração à peça de Azevedo e Sampaio? Como teriam esses autores trabalhado com a representação do oriental que dá títulos às obras? Este artigo busca responder a essas e outras questões surgidas durante a leitura comparativa dos textos homônimos.
Details
- Language :
- English, Spanish; Castilian, French, Portuguese
- ISSN :
- 08708967 and 21839174
- Volume :
- 31
- Issue :
- 3
- Database :
- Directory of Open Access Journals
- Journal :
- Diacrítica
- Publication Type :
- Academic Journal
- Accession number :
- edsdoj.9add9a163f68452092a3ed70c96976b9
- Document Type :
- article
- Full Text :
- https://doi.org/10.21814/diacritica.396